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Notícia do R7

Cody é um labrador e a melhor idéia que sua dona teve foi levá-lo para o trabalho

Quando os clientes aparecem na loja, Cody lhes sorri latindo

Cody é um labrador retriever e trabalha de uniforme e tem até um crachá com seu nome escrito nele. Para muita gente, ele é a principal atração da loja de conveniência da família Mansour, em Clearwater, na Flórida (EUA). (mais…)

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Fonte: Revista Quem

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Os noivos Reese e Jake. Vocês já sabem como se escreve o sobrenome de cada um né?

O futuro damo de honra Atticus passeando com Reese.

O futuro damo de honra Atticus passeando com Reese.

Reese Witherspoon e Jake Gyllenhall querem que seu cachorro de estimação carregue as alianças em seu casamento, de acordo com o site “FemaleFirst”. O pastor alemão Atticus era originalmente de Jake e sua ex-namorada, Kirsten Dunst, mas se deu tão bem com os filhos de Reese que passou a morar com eles. “Ele é ótimo com crianças e faz todos se sentirem mais seguros na ausência do dono”, disse uma fonte à revista “National Enquirer”.

A paixão da atriz pelo cão é tamanha que, segundo a fonte, foi dela o plano de colocá-lo na cerimônia. “A idéia é totalmente dela. Como Jake assumiu a função de padrasto de seus filhos, é como se Reese tivesse adotado Atticus também.”

O mesmo conhecido do casal afirmou que o casório deve sair em breve, pois os atores estão muito apaixonados. “Eles literalmente não querem ficar nem um minuto longe um do outro.”

Opinião de um padre português sobre esse assunto:

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(Notícia do G1)

Piscinas, esteiras e áreas de lazer estão disponíveis para animais.
Tratamento cinco estrelas inclui agenda com relatório sobre o dia.

Cão nada em piscina de pet shop na Zona Sul (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Cão nada em piscina de pet shop na Zona Sul (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Piscinas, esteiras, áreas de lazer, quartos com pufes para descanso e até agenda para a troca de recados. Os cães recebem tratamento cinco estrelas em um novo serviço oferecido por pet shops de São Paulo: a creche para os animais. Uma delas oferece, inclusive, a possibilidade de o dono monitorar o dia do cachorro por câmeras disponíveis na web.

“É literalmente o Big Brother do pet shop. Têm clientes que ficam o dia inteiro na internet, ficam olhando o que os cachorros estão fazendo e ligam comentando”, disse o veterinário Raul Mendes Casotti, de 28 anos, proprietário do Pet do Parque, na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. No local há quatro câmeras que monitoram a creche durante todo o dia. Duas delas estão disponíveis para os donos na internet.

Os proprietários recebem uma senha para acompanhar seus bichos pela web. Por causa desse monitoramento, deslizes não são perdoados. “O negócio é bem vantajoso. Por outro lado, a logística da loja ficou bastante dificultada. Não pode ter nenhuma falha, senão todos vão ficar sabendo. Se sair fora [da rotina], o telefone toca”, contou Casotti.

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A empresária Roberta Domiciano, de 35 anos, acompanha seus dois cachorros durante o dia todo na creche. “É segurança total, não tem nem o que questionar. É uma forma de monitorar se as pessoas que trabalham lá tratam bem dos animais. Eu vejo umas cinco ou seis vezes por dia. Trabalhando, eu deixo a página aberta”, afirmou. Os cachorros de Roberta ficam na creche de segunda a sábado, das 9h às 18h30.

Mesmo com o monitoramento on-line, os donos ainda têm uma agenda para saber tudo o que aconteceu durante o dia. “A gente escreve todos os dias mais ou menos um histórico deles. Vira uma comunicação da gente com os clientes”, contou Casotti.

As câmeras também podem ser usadas, segundo Casotti, pelos proprietários que têm animais internados na clínica veterinária. Até o fim do ano, ele pretende ter 15 câmeras instaladas por todo o estabelecimento comercial. “No começo eu achei que ia me arrepender bastante, mas a idéia deu certo”, disse o veterinário. O investimento para o sistema de câmeras, instalado há quatro meses, foi de cerca de R$ 3 mil.

Creches para cachorros

Os donos dos pet shops dizem que as creches surgiram de uma necessidade dos clientes. Alguns trabalham durante todo o dia e não gostam de deixar os cachorros sozinhos. Outros, a maioria moradores de apartamentos, querem que os animais gastem energia em um lugar mais espaçoso.

Cão em pufe de um dos dormitórios de descanso (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Cão em pufe de um dos dormitórios de descanso (Foto: Luciana Bonadio/G1)

A veterinária Vanessa Rodrigues Requejo, de 31 anos, é proprietária da creche Cãominhando, na Zona Oeste de São Paulo. No local, com capacidade para até 28 cachorros, os animais têm uma área de lazer com um jardim, uma pequena piscina para se refrescar nos dias mais quentes e uma esteira para exercícios.

“Eles não param. O bom é que eles chegam em casa e dormem, não destroem tudo”, afirma a veterinária. Mas os cães também têm momentos de descanso durante o dia, em dois quartos com pufes coloridos – os dormitórios são pintados com cores claras para garantir a tranqüilidade do sono. Seis pessoas cuidam dos cães e da creche durante o dia: um adestrador, três veterinários e dois funcionários da limpeza.

A relações públicas Valéria Santoro, de 29 anos, deixa a bulldog Pipoca na creche Cãominhando três vezes por semana. “Ela chega e parece que voltou do paraíso. E dorme que é uma beleza. O cachorro fica muito mais calmo. Vale não só pela felicidade do cachorro, mas para o bem-estar de toda a casa”, acredita.

Marchand leva cão para creche duas vezes por semana (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Marchand leva cão para creche duas vezes por semana (Foto: Luciana Bonadio/G1)

No Pet Days, em Moema, na Zona Sul de São Paulo, os cães que ficam na creche podem nadar em uma raia de 10 metros de comprimento – a piscina é aquecida em dias frios – e correr em uma esteira. “Os donos dizem que é impressionante como eles sabem que é dia de vir para cá”, contou Marcos Magalhães Duarte, de 36 anos, proprietário do pet shop. Segundo ele, os resultados são bastante positivos. “No dia que eles vêm, não ficam tão afobados e ansiosos”, afirmou.

A marchand Anna Luiza Ferraz, de 59 anos, é dona de um viszla de 9 meses. Ela deixa o cão na creche duas vezes por semana. “Os cachorros adoram, brincam. Ele fica mais dócil, dorme muito melhor. É um investimento que vale à pena para o cachorro e para mim. Eu sei que ele está em boas mãos”, disse. Além da piscina e da esteira, os cães gastam energia em recreações coletivas em uma área de 120 m² no Pet Days.

Serviço

Pet Days – Rua Graúna, 60, Moema. Há pacotes para a creche, com preços entre R$ 90 e R$ 400. A diária avulsa custa R$ 40. Meio período sai por R$ 25.
Cãominhando – Rua Coronel Ferreira Leal, 304, Real Parque. Pacotes custam entre R$ 120 e R$439. O preço avulso é R$ 40.
Pet do Parque – Rua Pirapora, 252, Vila Mariana. Diária simples custa R$ 15. Valor é reduzido em pacotes.

Veja mais:

Uma creche boa pra cachorro. Vídeo do canal GNT.

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Lembra da febre dos tamagotchis? Pois então, após a mania de alimentar e cuidar de criaturinhas em portáteis em forma de chaveiro, seguiu-se a onda dos Pokémons que fez com que muitos desses fissurados nos bichinhos virtuais migrassem para o caráter colecionável da turma do Pikachu.

Agora, a série Nintendogs pretende reconquistar o afeto por animais de estimação virtuais ao permitir a criação dedicada de um cachorrinho, desde a infância até a fase adulta, ensinando-o a fazer brincadeiras e obedecer ordens, além, é claro, de cuidar dele com devoção.

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Quanto à jogabilidade, esta explora de maneira criativa as interfaces do portátil da Nintendo. Os comandos mais básicos estão por conta da tela sensível ao toque, que permite a mais variada gama de ações, desde mover e orientar o cachorro, até lavá-lo e ensinar truques. A opção mais inusitada, contudo, fica por conta do microfone, que permite ao jogador ordenar verbalmente o que o bichano deve fazer (supondo que ele já esteja adestrado).

É possível também levá-lo para passear; neste caso, eventuais encontros com outros cachorros e seus respectivos donos são possíveis que ocorram, havendo reações diferentes, inesperadas ou não, por parte dos animais. Outro fator de diversão (ao menos no Nintendo DS) são as compras feitas, já que o animal deve receber ração de primeira, e não restos do almoço, como muitas vezes é feito na vida real. Brinquedos e shampoos também estão na lista de requisições do exigente cachorro.

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O dinheiro para tantos gastos é arrecadado em uma das inúmeras competições que põe à prova a disciplina que o dono impôs ao animal: vão desde jogos de resgatar frisbee até competições que testam a integridade física do animal. No caso deste último desafio, o cão é treinado em locais especializados em fazê-lo virar um atleta canino! Voltando ao aspecto dos cuidados, vale dizer que se o animal não for lavado e alimentado regularmente, ele pode fugir e até mesmo morrer (game-over, em um jogo desta categoria).

Por fim, fica o aviso que a franquia não possui diferenças funcionais entre nenhum de seus títulos. A única distinção é a determinação das 6 raças do início do jogo. Mesmo assim, é possível fazer trocas com outros jogadores para flexibilizar o game.

Infelizmente, o número de animais está limitado a 8 cães para compra e 5 para controle do jogador, sendo que apenas 3 destes podem ser cuidados diretamente (os outros 2 devem ficar no hotel para cachorros). No caso desta versão, Nintendogs: Labrador and Friends, como o título sugere, a raça fiel labrador está entre uma das opções iniciais.

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Comentário do moderador: depois de assistir ao fraco comercial de TV do novo carro compacto da Hyundai (i30), me deu vontade de mostrar boa propaganda com cães e carros de verdade. O que vocês acham desses quatro ai de cima? Conheça aqui no blog também, o nosso comercial ganhador do leão de ouro no último Festival de Cannes na categoria Carro, Cachorro-peixe, para o Space Fox.

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Agora não é preciso dispensar a companhia do “melhor amigo” nem mesmo para cair na aventura. Em Brotas, um dos mais conhecidos destinos de esportes radicais do Brasil, no interior de São Paulo, oferece rafting ou floating (rafting de contemplação) com cachorros no Rio Jacaré Pepira. “Nos dias de hoje, a presença de nossos animais de estimação está cada vez mais forte em nossas vidas, por isso criamos um pacote em que os cachorros poderão dividir com seus donos as emoções e adrenalina dos esportes de aventura”, afirma a diretora-geral, Marília Rabello.

Para os cães que têm menos afinidade com a água, a atividade mais apropriada é o floating, que acaba sendo um passeio agradável e tranqüilo tanto para os donos quanto para o animal. Para os animais mais aptos a nadar com freqüência e que gostam muito de água, a sugestão é o rafting por ser uma atividade mais dinâmica e com mais emoções para os dois.

Acima um cão participando de um rafting em Durango no Colorado

Serviço: O preço do rafting é R$ 62 e do floating, R$ 42. Os preços são por pessoa e também por cão, já que eles demandam os mesmos cuidados. Mais informações: (14) 3653-8000 e www.brotasaventura.com.br.

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