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Posts Tagged ‘Pet Center Marginal’

Esteticista de animais aprendeu primeiro técnica em humanos.
Com manutenção, cães podem ficar até um mês com acessórios.

Alguém aí notou que ele está de peruca?

Alguém aí notou que ele está de peruca?

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Esse já nasceu com todas as patas na Jamaica. Ele ou ela - não dá pra saber ao certo daqui - é da raça Komondor. A raça possui pelos encordoados que demoram uns 2 anos sem banho para chegar nesse nível. Ele é um cão de guarda, companhia, pastoreio e muito amigo dos gambás.

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Mais um Komondor dançando reggae durante um desfile.

Os proprietários que cansaram de usar lacinhos para enfeitar os cães têm uma nova opção em São Paulo. A esteticista de animais Roseli Figueiredo, de 50 anos, ensina em um pet shop na região central da capital paulista a aplicar dreadlocks sintéticos nos cachorros – aquelas mechas torcidas que foram popularizadas pelo movimento rastafári.

Há cerca de dois meses, Roseli dá aulas a esteticistas de animais no Pet Center Marginal sobre como aplicar dreads em cachorros. Segundo ela, isso já é tendência em outros países. “Recebi revistas de uma aluna minha que está no Japão. Ela disse que já é moda no Centro de Tóquio”, afirma.

Quando soube do uso de dreads nos cachorros, ela decidiu aprender a técnica em humanos. Depois, fez algumas adaptações para os bichos. “Para a pessoa, é mais pesado e apertado. No cachorro, tem que ser mais leve. Se você fizer igual, vai traumatizar a pele do animal”, diz a esteticista, que trabalha há 30 anos com cães.

De acordo com ela, os poodles têm a pelagem ideal para a aplicação dos dreads. “É mais fácil de fazer porque eles têm o pelo mais crespo”, afirma. Ela usa nos animais dreads sintéticos ou lãs enroladas em um fino pedaço de isopor – segundo Roseli, para ficar mais leve e não incomodar o cão. “A minha cachorra até dorme com ele.”

Em uma das técnicas, ela separa uma mecha de cerca de dois centímetros e prende, com um elástico, material sintético usado para alongamento. Ela faz uma trança e, depois, enrola uma lã colorida por toda a extensão. Para colocar os dreads sintéticos – comprados prontos – basta cortar no tamanho desejado e fixar com um elástico.

Roseli diz que o cão pode ficar até um mês com os dreads, desde que o dono tenha cuidado com os fios. O dread sintético pode ser lavado e a esteticista indica o uso de condicionador. Os acessórios feitos com lã também devem ser lavados, mas o proprietário não pode usar secador. Ela diz que a aplicação no pet shop custa cerca de R$ 25. Como a esteticista aprendeu a técnica em humanos, o dono também pode sair com dreads na cabeça. “Se quiser, eles podem sair com dreads iguais”, afirma.

Curso

Com duração de quatro horas, o curso sai por R$ 360. O primeiro passo é aprender a trançar os fios. “Quem não sabe fazer trança aprende em uma boneca para não estressar o cachorro. Só depois aplica no animal”, conta Roseli. Segundo ela, profissionais que trabalham com cães em outras cidades, e até outros estados, procuram o curso.

Luana Cristine da Silva, de 24 anos, veio de Bragança Paulista, a 85 km de São Paulo, para fazer o curso – o último foi realizado no domingo (15). “É diferente, não é em todo lugar que tem [aplicação de dreads]. Pretendo trabalhar em pet shop e achei interessante porque só aquele negócio de lacinho é muito comum”, afirmou.

Cleide Maria Araújo Figueiredo, de 57 anos, pretende aplicar a técnica no pet shop que o filho dela vai montar em Duartina, a 367 km da capital paulista. “A gente queria mostrar alguma coisa diferente. Eu achei legal”, disse. O próximo curso está marcado para o dia 26 de abril.

Comentário do moderador: Tudo vale a pena quando a alma não é pequena! Que Jah esteja com vocês!

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Flores e estrelas são algumas das opções para embelezar os mascotes.
Acessório chega a durar cinco dias colado ao pêlo do animal.

A pug Marilu usa adesivo coloca por Julival Santos Conceição (Foto: Divulgação)

A pug Marilu usa adesivo coloca por Julival Santos Conceição (Foto: Divulgação)

Um adesivo feito para ser colado diretamente no pêlo dos cães e gatos conquistou de vez os donos que levam os seus animais de estimação para banho e tosa nas pet shops de São Paulo.

Na Pet Center Marginal, na Zona Norte de São Paulo, o mimo é um brinde e pode ser uma flor, estrelinha ou uma bolinha com brilhos.

“Os donos costumam gostar”, diz o tosador Julival Santos Conceição. A loja trabalha com os adesivos há cerca de um ano e já há donos que pedem a novidade na hora de entregar o seu animalzinho.

“Agora, com a novela [“Caminho das Índias”, da Globo], as pessoas pedem para que o adesivo fique na testa, daquele jeito que a gente vê as mulheres usando na novela”, conta Conceição.

Os donos de cães e gatos também gostaram quando a Clínica Veterinária Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, começou a entregar os mascotes com o adesivo. O tosador Adeílson dos Reis conta que aderiu ao adesivo por acaso.

“A pessoa que vende os lacinhos nos ofereceu os adesivos. Colocamos em alguns animais e os donos aprovaram”, conta o tosador, que passou a oferecer o brince há quase dois meses.

Os tosadores contam que são geralmente eles que tiram o adesivo do animal, quando ele volta para o banho seguinte. “Segura muito e chega a durar até uma semana”, diz Conceição. Mas, se o dono quiser arrancar por conta própria, é bom ir bem devagar para não arrancar os pêlos do bicho, orienta o dono de pet shop Daniel Cristian.

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